A tecnologia a nosso favor

A tecnologia a nosso favor

A Companhia Matonense de Saneamento – CMS investe constantemente em equipamentos da mais alta tecnologia, com o que há de mais moderno no mercado, tudo para que cada etapa do tratamento de esgoto doméstico da cidade que chega até a empresa, seja cada vez mais otimizado, este é um dos diferencias que faz da CMS uma das principais empresas da América Latina.

A nossa Estação de Tratamento de Esgoto – ETE pertence a um privilegiado e seleto grupo de empresas que realizam o tratamento de esgoto através de uma concepção combinando que combina processos biológicos anaeróbios e aeróbios. O processo é tão eficaz que trata 100% do volume de esgoto gerado pelo município, podendo até mesmo tratar até 450 litros de esgoto por segundo. O que proporciona benefícios imensos para a cidade, pois pode atender a uma população de até 110 mil habitantes, gerando 98% de eficiência na remoção da matéria poluidora.

Todo esse investimento em tecnologia de ponta gera benefícios que tornam a CMS uma empresa de referência mundial no tratamento de esgoto doméstico, e faz com que todo o esgoto doméstico que chega até a ETE seja tratado e lançado no Rio São Lourenço com uma qualidade superior as exigidas por todos os órgãos competentes, garantindo a preservação da fauna, flora e espécimes de peixes, que antes estavam em extinção no rio, além de gerar mais saúde e bem estar para a população.

Qualidade de vida acima de tudo

A Estação de Tratamento de Esgoto – ETE trouxe para Matão dois equipamentos que tem como objetivo de reduzir a matéria orgânica presente no esgoto, são eles o RAFA 1 e o RAFA 2. O tratamento anaeróbio do esgoto doméstico reduz materiais como lipídeos, carboidratos e proteínas, substâncias que fazem parte do esgoto doméstico e os transforma em metano e gás carbônico.

No chamado Reator Anaeróbio de Fluxo Ascendente (RAFA) microrganismos vivos decompõem grande parte da matéria orgânica. Quando o material chega na segunda etapa do processo microbiológico é a vez das bactérias aeróbias realizarem a decomposição do material orgânico residual da fase anterior.

Qualidade de vida acima de tudo O tratamento do esgoto combinando processos anaeróbios e aeróbios, além de privilegiar toda a população matonense, também é um grande aliado do meio ambiente, e, é uma das soluções que a ETE trouxe para a cidade visando melhorar a qualidade de vida de cada um de nós, não causando incômodos, nem afetando a saúde de quem mora próximo à Estação de Tratamento, pois a CMS possui um sistema que não emiti gases com mau cheiro, pensando principalmente nas pessoas que moram nos bairros próximos à ETE, e nem causam danos e desequilíbrio ao ambiente com a sua emissão.

Uma das grandes soluções da CMS, com vistas a garantir a qualidade de vida, não causar incômodos, nem afetar a saúde dos moradores dos bairros adjacentes à sede companhia, foi preservar a ETE da emissão de gases com mau cheiro.

Diferente de outras estações de tratamento de esgoto, a ETE consegue controlar o odor característico de esgoto. Isso ocorre, pois o Reator Anaeróbio de Fluxo Ascendente, o RAFA, propicia a capacitação de gás metano, que é eliminado durante a decomposição da matéria orgânica presente no esgoto (poluente) por anaerobiose (bactérias anaeróbias). O gás metano é submetido a uma das linhas de captação enviado diretamente ao incinerador.

A CMS possui um sistema de queima que transforma o metano, esse gás tóxico, em CO2 – que não tem cheiro, e é menos agressivo ao meio ambiente, tornando o processo em um importante aliado na preservação da camada de ozônio.

A redução no desperdício de energia elétrica também está entre as prioridades. Os equipamentos que compõem a ETE São Lourenço têm baixo consumo de energia, com máximo de eficiência energética.

 

Respeito ao planeta e ao meio ambiente

A emissão de gases como o metano que podem surgir de tratamentos de esgoto, afetam a camada de ozônio. Em volta da Terra há uma frágil camada de um gás chamado ozônio (O3), que protege animais, plantas e seres humanos dos raios ultravioleta emitidos pelo sol. Na superfície terrestre, o ozônio contribui para agravar a poluição do ar das cidades e a chuva ácida. Mas, nas alturas da estratosfera (entre 25 e 30 km acima da superfície), é um filtro a favor da vida. Sem ele, os raios ultravioletas poderiam aniquilar todas as formas de vida no planeta. Sua importância está também no fato de ser o único gás que filtra a radiação ultravioleta do tipo B (UV-B), nociva aos seres vivos. Nos seres humanos a exposição à radiação UV-B está associada aos riscos de danos à visão, ao envelhecimento precoce, à supressão do sistema imunológico e ao desenvolvimento do câncer de pele. Os animais também sofrem as consequências do aumento da radiação. Os raios ultravioletas prejudicam os estágios iniciais do desenvolvimento de peixes, camarões, caranguejos e outras formas de vida aquáticas, além de provocar outros desequilíbrios ambientais.

A ameaça está por todo o planeta, mas sobre a Antártida há uma região especialmente suscetível à destruição do ozônio. Toda primavera, no Hemisfério Sul, aparece um buraco na camada de ozônio sobre o continente. Os cientistas observaram que o buraco vem crescendo e que seus efeitos têm se tornado mais evidentes. Médicos da região têm relatado uma ocorrência anormal de pessoas com alergias e problemas de pele e visão.

O Hemisfério Norte também é atingido: os Estados Unidos, a maior parte da Europa, o norte da China e o Japão já perderam 6% da proteção de ozônio. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) calcula que cada 1% de perda da camada de ozônio cause 50 mil novos casos de câncer de pele e 100 mil novos casos de cegueira, causados por catarata, em todo o mundo. É pensando sempre em melhorar a qualidade de vida do planeta, contribuindo para a saúde e o futuro da humanidade, que a CMS cuida de todas as etapas do processo de tratamento de esgoto, a partir do momento que o esgoto da casa de cada um de nós chega até a ETE, todo o trabalho é feito com muito cuidado, sempre preservando nosso bem – estar e cuidando do meio ambiente como um todo.

 

Fonte : Informativo da CMS / Encartado no JCMatão
Data da Informação : 18/05/2018