CMS investe na capacitação dos colaboradores para alcançar mais qualidade e eficiência nos serviços

A CMS (Companhia Matonense de Saneamento) conta com um quadro enxuto de funcionários, o que inviabiliza manter um setor específico para gestão de pessoas dentro da empresa, portanto tem uma empresa terceirizada que cuida da parte de folha de pagamento, cálculos trabalhistas, etc. Fica a cargo da CMS a gestão dos funcionários, treinamentos, conduta, direitos e deveres, segurança, etc.

A CMS atenta-se com a segurança e com o bem-estar dos seus colaboradores, portanto preocupa-se sempre em dar condições plenas de trabalho, capacitando, oferecendo treinamentos, etc. Sabe que o funcionário fica mais tempo dentro da empresa do que dentro da própria casa, então faz o possível para que o ambiente de trabalho seja o mais agradável possível.

Atualmente a empresa possui 21 colaboradores na ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) e cinco colaboradores na unidade administrativa, em São Paulo. Possui o projeto da Cohros, empresa especializada em gestão estratégica de pessoas, que visa implantar um sistema de gestão de desempenhos e competências e também um plano de cargos e salários. O objetivo é fazer a distribuição de tarefas adequadamente para cada colaborador, pois assim cada um sabe exatamente sua função e responsabilidade.

Além disso, a avaliação de desempenho motiva o colaborador a dar o seu melhor, pois sabe que com um bom desempenho em suas funções será reconhecido pela empresa e será retribuído. A meta do projeto é aprimorar todos os processos de operação, considerando a melhoria na capacitação dos colaboradores para alcançar mais qualidade e eficiência na prestação de serviços.

A implantação do sistema de gestão de pessoas integrado ao SGI dos padrões ISO 9001-2015 e ISO 14001-2015 já existentes completa o quadro da gestão eficiente e de excelência do serviço prestado pela CMS à população de Matão. A busca pela qualidade é contínua e assim será até o final do contrato de concessão.

 

Sobre a CMS

A CMS foi fundada em 22 de novembro de 2002, quando foi assinado o contrato de concessão. Investiu mais de R$ 18 milhões  na construção da ETE, uma das mais modernas do Brasil.  Opera desde 2005 tratando o esgoto doméstico de Matão numa área de 25 mil metros quadrados, capaz de atender uma população de até 110 mil habitantes.

O tratamento combina processos biológicos anaeróbios e aeróbios, uma das tecnologias mais modernas disponíveis atualmente, que permite tratar 100% do esgoto recebido (450 litros por segundo) com mais de 98% de eficiência na remoção de matéria poluidora.

Dessa forma, o esgoto tratado é lançado ao Rio São Lourenço com parâmetros de qualidade superiores aos legalmente exigidos, garantindo a biota (fauna,  flora e peixes antes em extinção no Rio) e assegurando a saúde  e o bem-estar da população.

O bom desempenho da ETE é garantido pelo seu sistema totalmente automatizado, onde técnicos especializados monitoram 24 horas por dia o funcionamento de todos os equipamentos que compõem o processo de depuração da matéria orgânica presente no esgoto.

Além disso, a CMS conta com o apoio de laboratórios externos, especializados e credenciados que, juntamente com as análises internas, comprovam o atendimento aos requisitos da concessão e aos requisitos legais, como Cetesb e Ministério da Agricultura.

 

 

 Fases do Tratamento

Inicialmente, todo o esgoto que sai das casas é coletado e transportado até a CMS por meio de estações elevatórias.

Ao chegar à ETE, uma grade automática retém, imediatamente, os materiais grosseiros, como garrafas, pedaços de madeira e plástico.

Em seguida, o esgoto é bombeado até o setor de tratamento preliminar, onde é feita a retirada de materiais finos, areia e materiais gordurosos, como óleos e graxas. Esse material é descartado em aterros sanitários, e o esgoto é direcionado aos reatores anaeróbios.

Com um sistema totalmente biológico, os reatores anaeróbios trabalham com micro-organismos presentes no esgoto que não necessitam de oxigênio para sobreviver, e se alimentam da matéria orgânica decompondo os poluentes em mais de 70%, e formando a manta de lodo conhecida como biomassa.

Os novos micro-organismos mantêm o ciclo do processo e desta decomposição é gerado o gás metano, o biogás. Esse é queimado, eliminando qualquer incidência de odores, um dos diferenciais da CMS.

Em sua próxima fase nos tanques de aeração, o sistema biológico se mantém mas agora com micro-organismos que precisam de oxigênio para sobreviver. Com condições ideais, tecnologia e uma oxigenação perfeita por todo o tanque, os micro-organismos decompõem a matéria orgânica residual da fase anterior, elevando o percentual de decomposição dos poluentes para valores acima de 98.

Nos decantadores ocorre a separação do líquido residual da biomassa, proveniente da etapa anterior. A biomassa, por ser mais densa, se deposita no fundo do tanque e a parte líquida do esgoto já tratada verte pelas canaletas, onde é encaminhada para a desinfecção.

Na última etapa do processo, o esgoto tratado é submetido à desinfecção para que os micro-organismos causadores de doenças sejam eliminados.

O resultado é o esgoto tratado, água livre de impurezas, que pode ser vista cristalina no espelho d’água, com um percentual de oxigênio acima do exigido pelas leis ambientais e do próprio Rio São Lourenço que a recebe.

 

 

Fonte : Informativo da CMS / Encartado no JCMatão
Data da Informação : 21/09/2018

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