CMS é certificada pela qualidade dos serviços prestados e pelo compromisso com as questões ambientais

A Companhia Matonense de Saneamento (CMS) possui o Sistema de Gestão Integrado (SGI), implantado em 2012, que engloba as normas brasileiras que estabelecem requisitos para dois Sistemas de Gestão: da Qualidade (ABNT NBR ISO 9001) e Ambiental (ABNT NBR ISO 14001).

As normas são elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a empresa precisa atender os requisitos estabelecidos para alcançar os resultados pretendidos e definidos para o SGI.

Em 2008, a CMS obteve o primeiro certificado pela qualidade dos serviços prestados, ISO 9001, exigido no contrato de concessão do tratamento do esgoto. Para conseguir o certificado, a empresa cumpriu os requisitos determinados e utilizou o ciclo PDCA (Plan = Planejar; Do = Fazer; Chec = Checar e Action = Agir) para atingir seus propósitos e metas e para garantir a melhoria contínua da qualidade do serviço prestado.

Os princípios de gestão da qualidade adotados são: foco no cliente, liderança, engajamento das pessoas, abordagem de processo, melhoria, tomada de decisão baseada em evidência e gestão de relacionamento.

Em 2012, a CMS recebeu o primeiro certificado pelo compromisso com as questões ambientais, ISO 14001, elaborada pela Comissão de Estudo de Sistema de Gestão Ambiental, no Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental. Para conquistar o certificado, a empresa cumpriu os requisitos determinados pela norma brasileira e também utilizou o ciclo PDCA.

Em 2018, a CMS passou por nova certificação das duas normas brasileiras, adequadas para a nova versão da ABNT: ABNT NBR ISO 9001:2015 e ABNT NBR ISO 14001:2015. As normas passaram por revisão e foram publicadas em 2015 e passaram a ser válidas neste ano.

 

Sobre a CMS

A CMS foi fundada em 22 de novembro de 2002, quando foi assinado o contrato de concessão. Investiu mais de R$ 18 milhões  na construção da ETE, uma das mais modernas do Brasil.  Opera desde 2005 tratando o esgoto doméstico de Matão numa área de 25 mil metros quadrados, capaz de atender a uma população de até 110 mil habitantes.

O tratamento combina processos biológicos anaeróbios e aeróbios, uma das tecnologias mais modernas disponíveis atualmente, que permite tratar 100% do esgoto recebido (450 litros por segundo) com mais de 98% de eficiência na remoção de matéria poluidora.

Dessa forma, o esgoto tratado é lançado ao Rio São Lourenço com parâmetros de qualidade superiores aos legalmente exigidos, garantindo a biota (fauna,  flora e peixes antes em extinção no Rio) e assegurando a saúde  e o bem-estar da população.

O bom desempenho da ETE é garantido pelo seu sistema totalmente automatizado, onde técnicos especializados monitoram 24 horas por dia o funcionamento de todos os equipamentos que compõem o processo de depuração da matéria orgânica presente no esgoto.

Além disso, a CMS conta com o apoio de laboratórios externos, especializados e credenciados que, juntamente com as análises internas, comprovam o atendimento aos requisitos da concessão e aos requisitos legais, como Cetesb e Ministério da Agricultura.

 

 Fases do Tratamento

 

Inicialmente, todo o esgoto que sai das casas é coletado e transportado até a CMS por meio de estações elevatórias.

Ao chegar à ETE, uma grade automática retém, imediatamente, os materiais grosseiros, como garrafas, pedaços de madeira e plástico.

Em seguida, o esgoto é bombeado até o setor de tratamento preliminar, onde é feita a retirada de materiais finos, areia e materiais gordurosos, como óleos e graxas. Esse material é descartado em aterros sanitários, e o esgoto é direcionado aos reatores anaeróbios.

Com um sistema totalmente biológico, os reatores anaeróbios trabalham com micro-organismos presentes no esgoto que não necessitam de oxigênio para sobreviver, e se alimentam da matéria orgânica decompondo os poluentes em mais de 70%, e formando a manta de lodo conhecida como biomassa.

Os novos micro-organismos mantêm o ciclo do processo e desta decomposição é gerado o gás metano, o biogás. Esse é queimado, eliminando qualquer incidência de odores, um dos diferenciais da CMS.

Em sua próxima fase nos tanques de aeração, o sistema biológico se mantém, mas agora com micro-organismos que precisam de oxigênio para sobreviver. Com condições ideais, tecnologia e uma oxigenação perfeita por todo o tanque, os micro-organismos decompõem a matéria orgânica residual da fase anterior, elevando o percentual de decomposição dos poluentes para valores acima de 98.

Nos decantadores ocorre a separação do líquido residual da biomassa, proveniente da etapa anterior. A biomassa, por ser mais densa, se deposita no fundo do tanque e a parte líquida do esgoto já tratada verte pelas canaletas, onde é encaminhada para a desinfecção.

Na última etapa do processo, o esgoto tratado é submetido à desinfecção para que os micro-organismos causadores de doenças sejam eliminados.

O resultado é o esgoto tratado, água livre de impurezas, que pode ser vista cristalina no espelho d’água, com um percentual de oxigênio acima do exigido pelas leis ambientais e do próprio Rio São Lourenço que a recebe.

 

 

 

Fonte : Fonte : Informativo da CMS / Encartado no JCMatão
Data da Informação : 05/10/2018

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